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    Em Nasce Uma Estrela, filme com Lady Gaga e Bradley Cooper, o enredo mostra o personagem de Cooper como dependente químico e, em decorrência disso, sofre por sua doença até cometer suicídio no fim. Análogo a isso, no mundo real, o abuso de álcool também gera dependência e reduz o viver muito com qualidade de vida da sociedade brasileira.
         A priori, entender o pensamento social para a problemática é essencial. De acordo com o filósofo Émile Durkheim, o homem é um produto da sociedade. Esse preceito se aplica na sociedade como sendo um objeto de coerção do ser humano, gerando mudanças comportamentais. Esse controle do social é evidenciado principalmente em festas, em que o consumo é visto como forma de estreitamento de relações, ou até mesmo como "salvação" de algum mau-estar, como discussões familiares. Logo, a visão social sobre bebidas alcoólicas corrompe a população brasileira.
          Outrossim, a falha estatal é motor para a questão. Segundo Aristóteles, o Estado deve visar o bem da pólis. Tal postulado diverge da ação do governo para com o problema. Mesmo o consumo excessivo de álcool acarretando em acidentes de trânsito e doenças, como cirrose e câncer, o Estado age com desmazelo. Isso é evidenciado pelo descaso com o uso de alcoólicos por menores de 18 anos e a falta de monitoramento para tal, demonstrando a ineficácia do governo com a aplicação da lei que proíbe o consumo pelos jovens. Por isso, o governo é negligente quanto ao controle da ingestão de álcool pela população mais nova.
         Em suma, a sociedade e o Estado acentuam o abuso de álcool no Brasil. As escolas públicas devem organizar palestras voltadas para a conscientização dos riscos do abuso alcoólico, com entrevistas ao vivo com ex-dependentes. O Ministério da Saúde precisa criar centros abertos para a recuperação dessas pessoas, em que o governo, para tal, disponibilizará verbas. Tudo isso para que se crie uma visão mais responsável sobre ingestão do álcool, aumentando a qualidade de vida e o viver muito.