O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

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    Sob a perspectiva antropológica da filósofa Hannah Arenadt, a sociedade banaliza alguns maus, com isso, eles tendem a se tornarem triviais no cotidiano. Nesse sentido, pode-se dizer que o aumento das DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) se enquadra no pensamento da estudiosa,pois a população, principalmente os jovens,negligenciam a prevenção, o que evidencia que o problema também é uma questão cultural, uma vez que prevalece o pensamento que nunca vai pegar essas doenças. Assim, as instituições de ensino devem desmistificar algumas crenças que os impedem de se prevenirem. 
       Em primeiro lugar,as campanhas de prevenção são as alternativas primordiais para mitigar os problema de saúde pública,como as DSTs. Sob esse ponto de vista, no Brasil, principalmente no período carnavalesco, há campanhas de prevenção, e durante todo o ano preservativos são distribuídos gratuitamente nas unidades de saúde .Apesar disso, os casos de infectados por DSTs dobraram nos últimos 10 anos, segundo a Organização Mundial da Saúde. É lógico que o aumento é contraditório em meio a tanta informação que há na internet, televisão e afins sobre a importância de usar camisa, mas um dos motivos por continuar ocorrer é porque esse problema é análogo ao do tabagismo, ambos não são apenas por desconhecer as consequência,mas sim porque ignoram essas.Logo, é necessário que a sociedade pare de assumir esse comportamento de risco e comece a ver a camisinha como meio imprescindível para evitar infecções.
       Ademais, a negligência a prevenção também é notória nos altos números de gravidez na adolescência que há no Brasil. Sendo assim, é necessário ampliar os programas de educação sexual nas escolas, pois estas muitas vezes limitam tal didática porque ainda permanece na sociedade grupos, até mesmo pais de alunos, que acreditam que a educação sexual irá estimular o adolescente a iniciar precocemente a vida sexual. Porém, enquanto problemas sociais forem pautas para viés ideológico e tabus, os casos permanecerão.Mas,ao trabalhar a educação sexual nas salas de aula, dúvidas sobre prevenção tanto das DSTS, como também de gravidez irão ser mitigadas.
         Portanto, é preciso que a sociedade deixe de negligenciar a prevenção das DSTs e pare de trata-las como tabu. Para mudar essa situação, é necessário que o Ministério da Saúde amplie as campanhas, que estas tenham visibilidade durante todo o ano e se estenda nos ambientes públicos ,como: centros educacionais e unidades de saúde, com palestras ministradas por profissionais da saúde e portadores de infecções sexualmente transmissíveis, com o fito de informar e desenvolver uma cultura de prevenção sobre um problema que embora ignorado, ocorre em grande escala.