O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Envie sua redação para correção
    Doença sexualmente transmissível, também chamada de infecção sexualmente transmissível é uma infecção transmitida pelo contato sexual, causada por vírus e bactérias. O crescimento no número dessas DSTS entre os jovens brasileiros é alarmante e se tornou um dos grandes problemas da saúde pública.
      A negligência do uso de proteção durante o ato sexual é a principal causa para o aumento das ISTS. Segundo a pesquisa "Juventude, Comportamento e DST/Aids" quase quatro em cada dez brasileiros de 18 a 29 anos admitem não usar preservativo em suas relações sexuais, ação que corrobora na disseminação de doenças. 
      Atualmente os jovens estão cientes sobre a existência dessas infecções, no entanto não estão conscientes sobre os males que essas doenças causam. Algumas dessas DSTS como sífilis, gonorreia e clamídia possuem cura com o tratamento correto mas a Aids, infecção que enfraquece seriamente o sistema imunológico, expondo a pessoa infectada a diversas doenças, não apresenta cura e o tratamento é feito por meio do uso de diversos medicamentos que causam diversos efeitos colaterais que podem atrapalhar a vida do paciente.
      Os jovens contemporâneos, após ouvirem o quanto a evolução no tratamento contra o HIV reduziu a mortalidade dos portadores da doença, perderam um medo que era comum entre os jovens nas décadas de 80 e 90, quando o diagnóstico da Aids era "sentença de morte". A falta de preocupação levou ao aumento do número casos de Aids entre os jovens, segundo o Ministério da Saúde de 2006 a 2015 a taxa de detecção de casos entre jovens com 15 a 19 anos, quase triplicou, de 2,4 para 6,9 casos por 100 mil habitantes.
      Pode se perceber portanto, que as DSTS se tornaram uma epidemia entre os jovens. Diante da elevada incidência de casos, é necessário que o Ministério da Educação imponha nas escolas palestras que discutam as ISTS e seus ricos, visando desenvolver com os jovens a importância do uso de preservativos, para que todos possam ter uma vida livre de ameaças e consequentemente controlar a epidemia que a saúde brasileira enfrenta.