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    Atualmente no Brasil, milhões de jovens brasileiros têm se preocupado menos em se proteger durante suas relações sexuais, registrando assim um aumento significativo nos casos de contração de DSTs. Com mais de 29 mil casos novos registrados nos últimos 5 anos, têm se questionado o porquê do crescimento desse número no Brasil.
      Em primeiro lugar,com o mundo contemporâneo evoluindo no ramo da medicina, como por exemplo, o caso da evolução do tratamento do HIV, sendo a Aids não mais capaz de matar, mesmo sem uma cura e possível a convivência com essa DST, há a banalização por parte do jovem, isto é, houve uma diminuição da preocupação e do descuido deste em relação a sua prevenção. Desse modo,muitas vezes, o adolescente acaba tendo a ideia de que mesmo com a contração da doença, haverá ainda um jeito de lidar e controlá-la (seja com medicamentos, seja com tratamento), diferente de antigamente, onde a maioria das DSTs poderiam causar o óbito.
      Ademais,além desse crença prematura na medicina, há ainda por cima, a fase da vida em que o próprio jovem se encontra, o período "dos hormônios", onde se divertem demasiadamente sem preocupações, melhor dizendo, a época das festas , seja de aniversário, seja o carnaval e até baladas, são sobretudo o local onde o ser é exposto ao álcool e às drogas que com descuido somado à relação sexual sem preservativo, é provável a contração de DSTs.
      Sendo assim, os números de Aids aumentaram, sendo 48 mil novos casos apenas no ano de 2016. Além disso, com o aumento das DSTs, são mais prováveis os casos de câncer, esterilidade, infertilidade, problemas na gravidez (tanto para a mulher quanto para o feto) e etc, sendo que apenas 20% a 30% dos jovens percebem algum sintoma, segundo o site "minha vida".
      Dessa forma, o estado, como o ministério da saúde somados às autoridades sanitárias, poderiam conscientizar a população jovem sobre os efeitos de não se prevenir através de campanhas publicitárias que passariam pelas redes sociais e até televisão, sempre alertando sobre os riscos das DSTs, só assim para diminuí-las entre os adolescentes brasileiros, fazendo-os aproveitar a adolescência sem preocupações desnecessárias.