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    É notável que vem tendo uma consciência cada vez mais despreocupada entre os jovens brasileiros com relação ao uso do preservativo a fim de que se haja uma prevenção contra as doenças sexualmente transmissíveis, que aliás, segundo consta os dados da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, só as ocorrências de sífilis cresceram em 603% dentro de seis anos no país.
     O motivo de tal alarde se dá pela mentalidade imatura e ingênua dos jovens da sociedade contemporânea. Além do fato de muitas vezes não serem muito divulgados casos de sífilis, AIDS, Hepatite B, e outros, nos jornais e mídias, existe ainda a questão de como a medicina tem evoluído com o passar do tempo, e de como ela tem se tornado cada vez mais eficaz. No entanto, o que muitos pensam vão além do que a medicina é capaz de proporcionar, como: ela não é cura para todas as doenças, incluindo o combate total contra as DSTs, que apesar de já não serem consideradas mortais, deixam sequelas para a vida toda.
      Ademais a AIDS não tem um alvo exclusivo, atinge a qualquer um, até mesmo gestantes, afetando mais aqueles que não fazem o uso frequente dos preservativos, os quais, à proposito, tem caído cada vez mais em desuso e apontado como um dos principais responsáveis pelo aumento das DSTs.
      Dessa forma, contando com o fato de que de 827 mil infectados no Brasil, 112 mil pessoas não sabem que têm o vírus, de acordo com o Ministério da Saúde, surge a necessidade de que haja uma maior divulgação do que se trata essas doenças, suas causas e consequências, seja por meio dos centros educacionais, como as escolas, discussões familiares, e por meio de campanhas de órgãos governamentais para que assim haja também um maior incentivo do uso de camisinhas.