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    Em uma entrevista da Mariana Varella com o infectologista Ricardo Vasconcelos, era nítido a preocupação com o crescimento de infectados por doenças transmitidas por meio do sexo. Essa incidência sofreu aumento nos últimos anos por fatores exclusivamente decisivos dos praticantes. Entretanto, a desordem provocada em um organismo portador é vasta e preocupante ao órgão responsável pela melhoria de vida saudável da população. Os transtornos atingem desde o sistema imunológico ao psíquico, em maior parte nos jovens e nos casais homoafetivos. 
           Desregular o equilíbrio biológico é comum às patologias, porém indesejado pelos profissionais da saúde. Isso porque o conhecimento acerca dos problemas provenientes alertam a necessidade de prevenção. Mas, a preocupação e profilaxias devem ser ações comuns, não restritas aos que conhecem profundamente as causas e consequências de portar uma doença. Aí, encontra-se uma problemática à epidemia de aidéticos no Brasil: o descuido dos praticantes de sexo desprotegido através do não uso de preservativos, do descuido com consultas, das interações e das intimidades desregradas. Ainda, o desconhecimento das novas formas de prevenção como a Profilaxia pré-exposição (PREP) e a Profilaxia pós exposição (PEP) distanciam uma solução rápida. 
           Em consequência, não aumenta apenas o percentual de HIV entre a população, mas também os casos de doenças cardiovasculares e neurológicas, devido a inflamação crônica. Ainda, problemas psicológicos, pela culpa ministrada sobre si, e os casos de óbito. Assim, com a morte de pessoas jovens, a sociedade torna-se mais idosa, a variabilidade gênica restringida, o mercado de trabalho prejudicado e a demografia desregulada. 
           De tal modo, solucionar o crescimento indesejado de doentes permitirá ao povo melhor condição vital. Para isso é preciso que o Ministério da Saúde formule, como estratégia de atração, campanhas que divulguem os novos métodos de precaução contra a doenças mais devastadora: a AIDS. Essa ação deve ser feita com apoio midiático e oratório nas grandes emissoras e nas Unidades Básicas de Saúde, respectivamente. Com isso, crescerá a demanda de tratamento e diminuirá os infectados por vírus através do ato sexual. Junto a essa atitude, cabe aos pais, amigos e médicos a instrução adequada e a desmistificação de culpa pela prática.