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    A revolução industrial no século XIX, trouxe grandes aglomerados de pessoas, e assim, a facilidade entre as relações sociais. Hodiernamente, aumentou cada vez mais a comunicação entre os jovens por redes sociais; se por um lado, vemos a facilidade de interação; por  outro, é possível notar a dificuldade em debater assuntos relacionados a sexualidade e saúde.
    Desta forma, com a chegada das redes sociais as relações amorosas ocorrem mais rapidamente, por meio de aplicativos e bate-papos virtuais. Porém, de acordo com Freud, o amor é algo inventado e atual, transformando as relações em algo fantasioso e impensável. Sendo assim, é inquestionável não percebermos a possibilidade de transmissão das DSTs entre os adolescentes tornando-se cada vez mais frequente e inconsequente.
    No entanto, o medo em conversar sobre problemas relacionados a vida sexual ativa, ainda é um tabu. Conforme uma pesquisa do site Uol, mais de 50% dos jovens brasileiros não utilizam camisinha ou não sabe da gravidade das doenças sexualmente transmissíveis. Com isso, é inevitável não notarmos a falta de debates sobre a educação sexual na fase dos "descobrimentos". 
    Dessarte, as instituições de ensino deve proporcionar debates, palestras e distribuição de preservativos, por meio de redes sociais, campanhas e trabalhos de pesquisa. Espera-se com isso conscientizar dos perigos destas doenças, e alertar sobre um amor concreto, ou seja, sem encantamentos ou conto de fadas.