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    Segundo o Ministério da Saúde, o surgimento de casos de HIV diagnosticados no Brasil entre jovens de 15 a 24 anos quase triplicou nos últimos dez anos. Considerando o dado, é inegável a existência de problemas acerca das DSTs.
    
          A falta de informação, sobretudo, é um agravante desse aumento. Isso porque os jovens iniciam suas vidas sexuais sem saber como se prevenir dessas doenças. Além disso, criam um preconceito ao redor delas, isso impede que perguntem e pesquisem sobre ou até mesmo façam exames, permanecendo sempre com o pouco que sabem sobre.
    
          Essa falta de conhecimento sobre as DSTs vem, muitas vezes, da falta de ensinamentos dos pais sobre o assunto, juntamente de uma não educação sexual nas escolas. A última ocorre, na maioria dos casos, porque os próprios responsáveis são contra as escolas levarem esse tipo de informação pois imaginam que isso irá influenciar os jovens a praticarem o ato sexual.
    
          Porém isso não impede que os jovens iniciem sua vida sexual cedo, mas sim, não façam uso de métodos preventivos.  De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), em 2015, dos adolescentes do 9° ano do Ensino Fundamental sexualmente ativos, 33,8% disseram não ter usado camisinha na última relação sexual.  
    
          Assim vemos que os principais problemas ao redor dessas doenças vem decorrente de uma escassez de informações passadas aos jovens. Para reverter esse cenário precisaria dar mais referências a eles, principalmente na escola, durante as aulas, fazendo uso de cartilhas explicativas. Isso irá ajuda-los a aprender como prevenir e evitar DSTs e , assim, diminuir surgimento de mais casos.