O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

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    Na série Americana que conta a rotina dos médicos (Grey´s Anatomy), o mais novo interno em cirurgia George O´Malley foi diagnosticado com sífilis depois de ter tido relação desprotegido, já fora das telas mostra uma realidade vivida pelos jovens brasileiros. Desta maneira, nota-se que o aumento de Dsts entre jovens brasileiros está diretamente ligado a banalização dos males. Nesse contexto, deve-se analisar a negligência com o uso da camisinha, bem como a imprudência contribuem para a persistência da problemática.
     O sexo sem proteção está causando a explosão do número de pessoas infectadas, dados do Ministério da Saúde, apontam que quarenta mil novos casos de doenças sexualmente transmissíveis são diagnosticados por ano no País. Ou seja, o uso da camisinha entre os jovens voltou a cair, não ganhando a devida importância, pela falta de habito de coloca-la com um início de vida sexual sem aprender a usa-la e assim têm dificuldade de fazer como costume. Em consequência, promove a exposição a diferentes tipos de vírus, como por exemplo a Aids, chegando inclusive a pensar que as Dsts são facilmente remediáveis alcançando níveis preocupantes da juventude que vai na contramão da utilização do preservativo.
     Em uma segunda análise, mesmo com o avanço da tecnologia e as informações sobre doença sexualmente transmissíveis circularem livremente, a juventude brasileira não se preocupa em se prevenir, por acreditar que nunca vai acontecer com ele. Para ilustrar, as autoridades sanitárias perderam um grande aliado na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, o medo, com o avanço da medicina e o controle da Aids a população mais jovem banalizou esses males e abriu mão de se proteger. De fato, desde que a Aids deixou de ser uma “sentença de morte”, ou seja as pessoas podem tomar remédios e conviver com o vírus até mesmo pela vida toda, os cuidados diminuíram assim o número de novos casos de Aids entre jovens de 19 a 25 anos cresceu 35,3% em todo mundo conforme o Ministério da Saúde.
     Torna-se evidente, portanto, que o Governo Estadual junto com o Ministério da Educação promova palestras sobre educação sexual nas escolas por meio de campanhas públicas que mostrem os perigos dessas doenças, com o objetivo de salientar a valorização da vida, nas consequências e limitações que nenhum jovem quer passar. Como também, as Autoridades Sanitárias trabalhe de forma mais contemporânea com o intuito de voltar a chamar a atenção dos jovens. E os pais, possam quebrar o tabu da educação sexual e mostrar aos seus filhos os malefícios das dsts e transmitir o melhor caminho como é o seu dever.