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    As DSTs entre jovens brasileiros tem aumentado seu número de casos registrados, o que gera uma grande preocupação diante de doenças sexualmente transmissíveis que não possuem uma cura. Os jovens desta geração, devido ao contexto em que vivemos, acabaram, de certa maneira, se tornando mais desprevenidos em relação ao assunto.  
      É evidente que um dos principais motivos para este acontecimento é a banalização das consequências de infecções causadas por DSTs. Embora não há uma cura existente para doenças, tal como a AIDS, a criação de tratamentos para elas é algo que leva a essa banalização. Assim, jovens começam a abrir mão do uso de preservativos, já que não há mais o sentimento de medo implantado na sociedade, como havia nas gerações passadas, devido também ao grande número de campanhas publicitárias que existiam e que levavam ao meda das doenças, como uma maneira de garantir sua prevenção.
      Como resultado, os números de casos registrados no Brasil só aumenta. Segundo a UNAids, órgão das Nações Unidas, foram registrados 48 mil novos casos de AIDS, apenas no ano de 2016, onde os principais portadores da doenças são jovens entre 20 e 29 anos. Sendo esses, apenas os casos registrados, ou seja, há um número ainda maior de casos existentes no país.
      Desse modo, para que as porcentagens de DSTs no Brasil possam diminuir, é necessário a criação de campanhas publicitárias. As autoridades sanitárias existentes no país, como o Ministério da Saúde, deve ser encarregado com essa função, para promover a prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis através de propagandas e até mesmo através da distribuição de preservativos, para que assim, as DSTs possam ser combatidas.