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    No Brasil, tendo como princípio uma fusão entre culturas africanas, portuguesas e indígenas, as festas carnavalescas que antigamente destacavam apenas cultura brasileira hoje cultuam o dinheiro. 
        Ainda mais, podemos perceber essa veneração afirmando que o carnaval está cada vez mais aristocrático. De fato, existe as vendas de abadás caríssimos e camarotes caros, onde apenas o povo de alta classe pode desfrutar. Ao povo desafortunado, a maioria, resta ficar na rua não tendo a miníma noção da desigualdade que vivem até mesmo em uma data tão cultural. Entretanto, isso é algo ruim se algumas prefeituras que obtêm retornos do dinheiro movimentado não investem em suas respectivas cidades.
          Segundo o filósofo Nietzsche: "Temos a arte para que a realidade não nos destrua". Seguindo esse raciocínio pode-se afirmar que hoje o carnaval, assim como o futebol, infelizmente de algo cultural se tornaram um entretenimento que o governo investe para que o povo esqueça da decadência social em que vive. Ainda por cima, em uma sociedade onde o dinheiro tem mais valor que o respeito, saiba que se forma uma nação corrompível e sem cultura.
         Enfim, o carnaval é de fato o símbolo dos brasileiros, portanto, é algo positivo. Apesar disso, as Secretárias da Educação e Saúde devem intervir para que o ganho chegue de forma direta a elas, melhorando instituições de ensino e hospitais públicos.  Aliado a isso, é importante a atuação das prefeituras na estruturação das festas, tornando os preços mais acessíveis a toda a população, através de fiscalizações, realizadas por agentes da lei, para que, assim, o carnaval tenha um significado mais cultural e brasileiro.