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    Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa, simples e que também não utilizava músicas, praticada principalmente pelos escravos.
       Em meados do século XIX o entrudo foi criminalizado, principalmente após uma campanha contra a manifestação popular vinculada pela imprensa. No entanto, enquanto o entrudo era reprimido e criminalizado, a elite imperial criava bailes de carnaval, nos quais havia muita música, e que eram feitos em clubes e teatros. 
         O Brasil adicionou ao carnaval apenas muito brilho, lantejoulas, alegorias, baterias, penas e pouca roupa. Além disso, o Brasil adicionou também camarotes, que para entrar você precisaria de um "cartão de passagem" denominado "abadar".    Os abadares possuem preços exorbitantes, tendo assim como desfrutadores, apenas a "elite" dos dias atuais. Ao povo que não tem condições de comprar um,  resta mesmo ficar do lado da corda destinado à pipoca.
            O carnaval, além de ser uma tradição cultural brasileira, passou a ser um lucrativo negócio do ramo turístico. Milhões de turistas dirigem-se ao país na época do carnaval, e bilhões de reais são movimentados na produção e consumo dessa mercadoria cultural.