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    A questão do nacionalismo brasileiro tem origem na 1ª Geração do Romantismo Brasileiro, no qual o sinônimo de brasilidade era o índio. Entretanto com a passagem de séculos e mudanças de valores, o símbolo da nacionalidade brasileira passou a ser o carnaval, uma vez que este se tornou uma "época de miscigenação e de se livrar dos problemas". Além de gerar uma movimentação impetuosa na economia do país.
          Outrossim, o carnaval teve sua gênese durante o Período Colonial, mas foi duramente proibida, pois era praticada pelos escravos. Segundo Wilson das Neves, o carnaval é o momento que o morro desce, visto que as escolas de samba são formadas majoritariamente por moradores das favelas. Portanto, é perceptível que mesmo com o passar do tempo, a prática carnavalesca continua intrinsecamente ligada aos menos favorecidos e excluídos da sociedade.
          Assim sendo, o carnaval é usado como uma válvula de escape, em face dos cidadãos usarem os quatros dias para se divertirem e/ou descansarem. Não obstante da política de pão e circo de Roma, no qual era distribuído alimentação e diversão gratuitamente à sociedade com o intuito de fazê-los esquecerem da crise. De maneira que esta vem ocorrendo no Brasil, embora o circo -que seria o carnaval- esteja oneroso demais, fazendo com que a população tenha que escolher entre o pão ou o circo. Em conformidade com a crise econômica brasileira, o carnaval também é visto como um período lucrativo, em razão do grande número de turistas no país.
          Consoante à problemática abordada é necessário que o Ministério da Cultura em parceria com o Ministério da Fazenda possa elaborar projetos que valorizem o trabalho dos moradores das comunidades durante o carnaval além de reduzir os custos durante este período, com o propósito de se desconstruir todo preconceito social e não transformando-o em uma aristocracia. Por conseguinte, é preciso que o Ministério do Trabalho e Emprego e o MEC desenvolvam minicursos e palestras para os brasileiros, assim como acentuar a geração de empregos durante esse período que se tem muita movimentação, afim de que os trabalhadores capacitados não consigam empregos só nessa época, podendo assim diminuir a crise.