O carnaval como símbolo da nacionalidade brasileira no século XXI

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    Desde de período colonial até os dias atuais, o carnaval é não é apenas uma festa tipica, mas também o DNA de um povo que dança e festeja nas mais diversas partes do Brasil. Mas quando se mistura práticas culturais com dinheiro público, não há uma efetiva fiscalização por parte do Estado. Ademais, é de suma importância ressaltar também que o carnaval não faz parte do contexto sociocultural, mas também movimenta a economia, política e sociedade.
        Em primeiro lugar, no que tange a economia brasileira, o carnaval se tornou um negócio lucrativo para as cidades como Rio de Janeiro, Recife e Salvados, pois investem demasiadamente em blocos e na confecção de roupas e lembranças e roupas. Todavia, músicas como as de Ary Barroso, Caetano Veloso e Pixinguinha que trazem como tema essa festa típica tornaram se mundialmente famosas, criando a identidade Brasileira através do ritmo e do movimento peculiar. Vários bares e restaurantes ao redor do mundo privilegiam tal cultura, sempre atrelado a comida e a cerveja que também é grande atrativo e marca nacional.
       Além disso, grande parte da população investe altas quantias em dinheiro com viagens e abadás, para prestigiar os grandes desfiles das escolas de samba e trios elétricos. Já se tornou corriqueira também a transmissão dos desfiles nos sambódromos, virando produto apreciado pela mídia brasileira e internacional e em suma um produto bastante explorado por revistas e jornais. Por consequência acabou-se criando um grande mercado que movimenta dezenas de empregos direta e indiretamente, como o setor de bebidas e comércio como bares e restaurantes e o setor de hotéis.
        Embora se afirme que a festança é de todos, não se pode incluir nesse contexto pessoas de religiões mais conservadoras, que não são adeptas de tais costumes, pois o carnaval está relacionado a um evento que desperdiça o dinheiro público pela falta de órgãos fiscalizadores. Outra corrente afirma que o mesmo é desnecessário e que os investimentos deveriam ser utilizados para a construção de escolas e creches e a melhoria e aprimoramento do sistema único de saúde e segurança pública.
        Logo, haja vista essa ineficiência estatal no que tange a fiscalização e aplicabilidade dos recursos sociais, os Estados e os municípios, por meio de consórcios públicos deveriam criar um órgão de gestão, que fiscalize e administrar a viabilidade dos investimentos, para que haja mais transparência e os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade dos atos públicos sejam respeitados, com a finalidade de gerar mais isonomia e aumentar assim as chances de alcançar para todos uma cidadania pragmática e realmente legitima e plural.