O carnaval como símbolo da nacionalidade brasileira no século XXI

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    De um lado, a beleza dos desfiles e o enaltecimento da cultura internacionalmente. Do outro, o caos vivenciado no país refletido no comportamento da sociedade durante os quatro dias de folia. A bilateralidade apresentada, demonstra a atitude dos brasileiros que esquecem de todas as mazelas e desfalques sofridos pela população e contribuem para eles à custa de dias de algazarra. Ora, o enaltecimento e fortalecimento da cultura do carnaval mostra uma coletividade em constante fuga da realidade e dos problemas encontrados nela.
       Essa negação se dá por conta da sociedade que se ilude pela perspectiva da festa e acaba por desvalorizar seus costumes. No ano de 1600, a população presenciava o surgimento de uma nova escola literária, o barroco, que tinha por sua filosofia o "carpe diem" que, no contexto, significava aproveitar extremamente cada dia. Hoje, essa prática não é mais apresentada na literatura, mas sim, no comportamento social durante o carnaval, onde há o esquecimento da moral e do pudor, fator típico de uma sociedade em crise educacioal. Resultado disso são  as marcas deixadas após as festividades, que variam de poluição ào aumento da criminalidade, contribuindo para uma maior visão negativa do Brasil.
      Adjacente a isso, há a postura alienadora tomada pelo Estado. Durante o início do declínio  do Império Romano era realizada a "política do pão e circo", na qual o governante oferecia pão e entretenimento como forma de acabar com as revoltas. Essa atitude é adotada durante esses quatro dias nos quais os desfiles e blocos são anunciados mostrando toda a beleza que a criatividade do brasileiro possui e passa uma imagem que não condiz com a realidade do país..Assim, essa celebração contribui para a manipulação que acaba por estimular a dsistência de manifestação por acreditarem na ilusão transmitida.
      O carnaval è, portanto, uma efemeridade desnecessária pois contribui para a criação de uma imagem errônea do país. É necessário que as Escolas conscientize seus alunos  por meio de campanhas  e feiras para que criem um pensamento crítico e respeito. Além disso, o Estado deve modificar a visão do carnaval de farra à promoção cultural por meio de anúncios e fiscalização mais rigorosa de irregularidades com o fito de uma obediência mais ferrenha à Carta Magna que rege o Brasil. Tais medidas são necessárias pois, como afirma Confúcio, "não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros".