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    A cada ano, crianças e adolescentes têm mais acesso a vida sexual em comparação com a geração anterior, ainda que exista leis no combate a prática da pedofilia, sua eficiência é amenizada quando a família e o governo deixa de fazer seu papel de protetor do direito à infância e permite que programas de TVs, filmes e revistas contendo conteúdo sexual, chegue com tanta facilidade aos olhos de uma criança.
       A falta de atenção da família para com a criança, dar margem para o inicio da vida sexual precoce. Embora a sociedade ainda tenha valores conservadores herdados de seus pais, assuntos como a sexualidade infantil vem sendo banalizado com o decorrer dos anos, além de permitir que a criança tenha autonomia em suas escolhas, não só na vida familiar, mas também na vida escolar e entre amigos, a família dar margem para iniciação precoce à vida sexual, abalando a inocência de uma vida infantil. 
       Em grande parte dos casos de abuso infantil, o agressor faz parte da família e do cotidiano da mesma. Convencendo a criança de forma sutil e maliciosa, o pedófilo aproveita a fragilidade e incapacidade de defesa de uma criança para satisfazer seus prazeres mórbidos, ainda que sejam claras as leis que tratam o assunto, o senso de impunidade faz com que o pedófilo não tenha medo de realizar o crime. Isso se dar pelo fato de que as leis vigentes não punem de forma severa, e os órgãos fiscalizadores recebem pouco investimento do governo para o combate a prática criminosa.
         portanto, além de clara, é imprescindível uma política pública voltada para a família e a órgãos públicos fiscalizadores, de forma a acompanhar o cotidiano com auxílio psicológico, e aumentar a pena para casos de pedofilia, além de direcionar os criminosos para tratamento psicológico, também com o apoio da mídia, evitando conteúdo adulto em determinados horários, não só nos comerciais de TV, mas também nos filmes, para que em curto prazo, o acesso a vida sexual esteja longe do alcance de uma criança.