O combate à pedofilia no Brasil

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    Desde o período colonial no Brasil, nota-se a existência de diversos casos de abusos sexuais contra determinados grupos. Na época, inúmeros imigrantes recém chegados praticavam tais atos contra mulheres indígenas. Atualmente, cinco séculos á frente, esse problema além de persistir, tomou outras vertentes, como a pedofilia por exemplo. No Brasil, o numero de vítimas crianças e adolescentes que sofrem violência sexual cresce exponencialmente. Deste modo, torna-se evidente a necessidade do combate a esse grave problema social que atinge milhares de indivíduos. 
       Segundo estimativas do portal de noticias R7, o Governo Federal recebe cerca de 70 denúncias de abuso infantil por dia. Apesar de extremamente elevado, acredita-se que o índice de casos de pedofilia seja ainda maior, uma vez que em muitas situações não são notificadas queixas contra o crime. Ademais, há também casos em que a própria criança, por medo ou vergonha, esconde para si a violência sofrida sem o consentimento dos pais.
       Diante desse cenário, um dos fatores responsáveis pela alarmante crescente desse número é o uso prematuro e impróprio da internet por jovens que não recebem o preparo adequado dos pais e, deste modo, se tornam suscetíveis ao poder de persuasão dos aliciadores. Entretanto, a rede não é o único meio pelo qual ocorrem tais atos. Além de criminosos desconhecidos pelas vítimas, existem também inúmeros casos em que os infratores são próximos à família ou inclusive membros da mesma. Por conseguinte, a existência de laços com a criança acarreta a omissão do crime transcorrido.
       Em virtude dos fatos elucidados, torna- se nítida a real dimensão na qual está inserida uma sociedade em que persistem crimes como a pedofilia. Desta maneira, é necessário que o poder Legislativo junto à Polícia Federal promovam novas leis a serem cumpridas com maior rigor, de modo que os criminosos sejam punidos de forma justa. Além disso, as mídias sociais e a Polícia Federal devem aumentar as fiscalizações, principalmente em redes sociais, com o intuito de prender os infratores e impedir que novos crimes aconteçam. Por fim, é cabível ao Ministério da Educação junto aos pais e às escolas, por meio de palestras, reuniões familiares e auxílios pedagógicos, que esses conscientizem os jovens a não se envolverem com desconhecidos, tanto pessoal como virtualmente, e os ensinem a sempre conversar abertamente com os familiares. Por meio disso, tal malefício social será combatido e erradicado do país.