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    O abuso sexual de crianças é uma realidade no Brasil desde a época da escravidão, momento em que padres abusavam de crianças que seriam catequizadas por eles. Afim de garantir todos os direitos das crianças deve haver proteção por parte da família e da sociedade. Sendo assim, o combate a pedofilia é necessário por uma falha na concretização desses direitos.
    Atualmente, observa-se que as redes sociais tem dado abertura para a exposição de crianças. Um exemplo disso, é uma menina chamada Melody que posta vídeos rebolando e expondo seu corpo no Facebook. O fato de situações como essa acontecerem mostram a falta de conhecimento por parte da menina e do seu pai, que autoriza as postagens, de que esse ato promove uma erotização precoce. Outro exemplo, é uma onda conhecida como "manda nudes" em que adolescentes fotografam sua intimidade e mandam para outros. Casos como esse demonstram a não ciência sobre o corpo e sexo, que pode ser fruto ou de uma falta de conversa com os pais ou de tratamento da escola sobre o assunto.
    Além disso, o diálogo deve acontecer para que as crianças se sintam seguras em contar quando aconteçam situações que não as agradem. Em primeiro lugar, para as crianças saberem que a situação não deve ser aceita, elas precisam ser ensinadas de que ninguém pode tocá-las sem a permissão delas mesmas, para depois identificarem a necessidade de contar à alguém. Em caso de meninos, o receio de contar aos pais é maior pela cobrança da sociedade de que o menino deve iniciar a vida sexual cedo.
    Logo, a pedofilia ainda acontece por falta de segurança das crianças. Cabe a escola ensinar sobre educação sexual na grade curricular, apresentando as vontades que podem surgir em cada criança, além de apresentar que o corpo de cada um não deve violado. E é de responsabilidade do Governo Federal promover propagandas por meio das mídias que informem sobre onde e como denunciar casos de abuso com crianças.