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    O abuso sexual infantil é uma realidade latente na sociedade brasileira. Como resultado, muitas crianças e adolescentes sofrem violação dos seus direitos e os abusadores nem sempre são punidos devidamente, tornando-se necessária mudanças para resolver a questão.
      Nesse contexto, a falta de diálogo sobre a sexualidade, entre pais e filhos como também entre aluno e escola, tornam os juvenis vulneráveis ao abuso. Segundo o Ministério da Saúde cerca de 20 crianças, a cada dia, são atendidas em hospitais do SUS vítimas de violência sexual. Por conseguinte o dado confirma que o violentado, muitas vezes, não sabe a distinção entre carinho e abuso, deixando-o a mercê dessa intimidação.
      Além disso, muitas vítimas voltam a sofrer agressões, uma vez que, silenciam-se diante do ocorrido por medo e vergonha. De acordo com a Secretaria de Direitos Humanos as denúncias são, principalmente, de casos em que o agressor é conhecido da vítima ou da família dela. Com efeito, muitas pessoas não tem alguém de confiança para contar e pedir ajuda.
      Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. A Secretaria de Direitos Humanos junto ao Conselho Tutelar devem difundir propagandas nas esferas midiáticas, a fim de, conscientizar a população de fazer a denúncia, mas também de acolher quem esteja sofrendo esse tipo de violência. Ademais, como disse o filósofo Immanuel Kant "o ser humano é aquilo que a educação faz dele". Logo o MEC deve inserir, na carga horária escolar, o estudo da sexualidade, com o intuito de, ensinar os alunos a conhecer o corpo e a se proteger de possíveis abusos.