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    Na sociedade contemporânea, temas visando pedofilia e abuso sexual infanto-juvenil são sempre polêmicos, visto que,essas pessoas são mais suscetíveis a receber abusos. Segundo o Ministério da Saúde,diariamente mais de 15 crianças de 0 a 9 anos são atendidas no SUS devido a abusos sexuais.No entanto,medidas que quebrem o pacto do silêncio e aumentem as penalidades para praticantes de tais atos ainda não foram tomadas.         Primeiramente,a sexualidade ainda é tratada como um tabu por grande por grande parte dos brasileiros,mesmo essa sendo intrínseca ao ser humano.Parafraseando a obra A alegoria da Caverna de Platão,as pessoas devem sair da escuridão e do desconhecido e ir até a luz. Análogo a isso, o conservadorismo de boa parte dos cidadãos do Brasil em relação à educação sexual contribui para que perpetue o pacto do silêncio entre os menores,uma vez que,eles não saberão identificar e denunciar um abuso.           Ademais,a omissão do estado frente à pedofilia promove a desordem. Dados do Superior Tribunal de Justiça indicam que, apenas 70% dos casos são julgados, com penas pouco preocupantes.Segundo Aristóteles,o equilíbrio na sociedade deve ser alcançado através da justiça.Por conseguinte, uma vez que essa justiça não é aplicada,o caminho do explorador sexual fica livre. 
        Destarte,percebe-se que ações devem ser tomadas para a erradicação da pedofilia no Brasil. Torna-se necessário que o Ministério da Educação introduza na Base Comum Curricular das escolas públicas, uma disciplina visando a educação sexual das crianças com o intuito de que, quando essas virem a ser abusadas,saibam oque fazer e não fiquem omissas. Ademais, o Poder Legislativo em conjunto com o Executivo, devem modificar as leis vigentes de forma que, o explorador pense antes de cometer um ato de exploração sexual.