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    O abuso sexual infantil vem desde a Grécia Antiga, e só passou a ser proibida a partir do século XIX. Dessa forma, mesmo com a criminalização da pedofilia o combate é dificultoso; tendo em vista que grande parte desses é causado por familiares e conhecidos, além da facilidade na comunicação pela internet que deixa o criminoso mais próximo da vítima.
       Nesse sentido, de acordo com o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, 40% das causas de abuso sexual infantil são causados por pessoas com algum tipo de parentesco à vítima. Desse modo, a pedofilia tem tomado grandes proporções e preocupa a população, pois esses familiares que deveriam garantir a segurança da criança e adolescente, está fazendo exatamente o contrário. Sendo necessário que o governo alerte para essa problemática. 
       Além disso, a comunicação pela internet sem um acompanhamento adulto, tem tornado as crianças vulneráveis no mundo on-line; visto quê, os criminosos aproximam-se das vítimas por meio de redes sociais, a princípio com conversas inocentes e oferecendo benefícios; com isso, estas são atraídas para as armadilhas sem que os pais percebam. Em virtude disso, é importante que os responsáveis por esses pequeninos atentem para os perigos que a interação virtual sem orientação traz. 
       Entende-se, portanto, que o combate à pedofilia tem se tornado cada vez mais dificultoso. A fim de atenuar o problema, é imprescindível que o Estado implemente delegacias especializadas nos diversos municípios, além de construir um banco de monitoramento on-line facilitando o trabalho da polícia nacional e o reconhecimento desses pela população. Ademais, é necessário que os professores em parceria com os órgãos de proteção a criança e o adolescente conscientizem os pais a orientarem e acompanharem seus filhos no uso das redes sociais por meio de palestras e conferências, evitando assim que esses sejam presas fáceis no mundo virtual.