O combate à pedofilia no Brasil

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    No que se refere à pedofilia no Brasil, é possível afirmar um problema que persiste diariamente em toda sociedade. Isso se evidencia não apenas pelos agressões serem pessoas próximas a vitima, mas também pelo anseio de denunciar e comunicar com os pais sobre o abuso ocorrido.
     Segundo Thomas Hobbes é preciso estabelecer um contrato social em que o Governo garanta a segurança do povo e iniba um convívio caótico. Desse modo, o ministério da saúde estima que 20 crianças de zero a nove anos de idade em 2012 integravam por dia no sistema único de saúde (SUS), após terem sido vitimas de violência sexual. Apesar da classificação do crime hediondo, e das criações das leis específicas, em 2013, foram recebidas 87 denúncias diárias de abuso sexual, mostrando que a violência persiste.
     Entretanto, muitos problemas dificultam a resolução do impasse. Por falta de coragem das crianças e adolescente denunciarem, ou medo de comunicar com os pais, ameaças do agressor, ou desconhecimento sobre o assunto e como proceder diante da violência, muitas vitimas não denuncia, perpetuando os abusos e a impunidade.
     Com intuito de pedofilia no Brasil, cabe uma participação midiática elaborar programas socioeducativo, propondo como objetivo demostrar as crianças e adolescentes as devidas atitudes de como reagir perante uma situação de exorbitância. Além disso, a Policia Civil precisa criar uma ouvidoria pública online que receba denúncias anônimas de abuso contras crianças e investigue-as, preservando a identidade e integridade da vitima. De acordo com Immanuel kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Assim sendo, o MEC instituirá nas escolas palestras ministradas por psicólogos, que discutam o combate à violência sexual contra crianças e divulguem as formas de denunciar tais abusos, com o fito de conscientiza as futuras gerações.