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    É direito das crianças serem livres e protegidas de qualquer abuso físico ou emocional; no entanto, no Brasil, os números de casos de pedofilia estão cada vez maiores, e ocorre principalmente com crianças que vivem em extrema pobreza. 
        Em muitos casos, as próprias pessoas da família cometem os abusos,como tio, pais, irmãos e padrastos. Pode ocorrer com ou sem o consentimento da mãe, que quando descobre acaba até expulsando a filha da casa e não o agressor. Com isso, a criança fica sujeita a inúmeros perigos na rua,procurando como única saída de sobrevivência, a prostituição. 
           Além disso, ao procurar a delegacia, as crianças sentem medo em relatar como foi o abuso, pois os agentes acabam vendo seus depoimentos de forma preconceituosa, como se estivessem culpando-as por terem sido violentadas. Uma lei sancionada em 4 de abril de 2017, chamada lei da escuta especializada, proibi o contato da criança com o agressor durante os depoimentos, além de diminuir o número de pessoas na sala e de perguntas durante o depoimento da criança,fazendo com que ela se sinta mais a vontade para poder contar o que realmente aconteceu. 
          Destarte, medidas são necessárias para diminuir o número de abusos sexuais infantis. O governo deve, junto com o Ministério da Educação, criar campanhas de conscientização em escolas, com o intuito de encorajar crianças que sofrem algum tipo de violência a procurarem as autoridades.Como também, punições mais brandas para os agressores e maior tempo de prisão.