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    A pedofilia é real e precisa ser combatida no Brasil. Os casos não se restringem apenas a estranhos, em muitos casos os pais são os agressores. A mídia tem um papel crucial na erotização cada vez mais precoce de crianças e adolescentes. 
      É preciso falar sobre pedofilia no Brasil. Segundo o disque 100, (telefone dos direitos humanos), cerca de 50% das denúncias de violência são praticadas pelos próprios pais. Isso faz com que crianças e adolescentes cresçam achando que violência é algo cotidiano quando de fato não é. Portanto, é tão importante que desde cedo haja uma aula sobre educação sexual nas escolas. 
      A mídia sendo grande influenciadora, vem aumentando cada vez mais a erotização em seus conteúdos, seja em novelas, comerciais ou filmes. Desta maneira faz com que cada vez mais precocemente a criança e o adolescente achem que os conteúdos ali retratados sejam eles de: tapa durante a relação sexual, brigas e até mesmo que o parceiro imponha o sexo se torne normal. Posteriormente, isso leva os jovens abusados a acharem que eles são os culpados pelos abusos sofridos. 
      Ainda segundo a OMS, (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE), 20% das mulheres, antes de terem 18 anos, sofrerão algum tipo de abuso sexual. No interior do país não é difícil encontrar crianças se oferecendo por um prato de comida. Os agressores identificados alegam que estão ajudando as menores de idade e que por isso, em troca, eles pedem uma transa. No caso, uma violência. 
      A pedofilia existe e está junto conosco no cotidiano. Para tentar frear esse mal o governo pode investir na mídia para mostrar programas e comerciais que de forma descontraída informe aos pais e aos próprios adolescentes o que é pedofilia e como evita-la. Isso fará com que o número de casos diminua. Também é necessário colocar como parte do conteúdo obrigatório das escolas, aulas de educação sexual para que desde cedo as crianças e adolescentes saibam como identificar e procurar ajuda caso sofram violência. Os pais precisam desde cedo estar prontos para educar sexualmente seus filhos e necessitam estar sempre alertas para sinais que os seus filhos possam dar caso sofram uma violência.