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    Na Grécia Antiga, a prática sexual entre uma pessoa mais velha e outra mais jovem era encarada de forma natural. Entretanto, a visão que a sociedade tinha de tal prática mudou, e passou a ser vista com outro olhos, necessitando assim de uma atenção maior da sociedade e do estado para fins de combate a pedofilia.
       Segundo o Ministério da Saúde, são atendidas em torno de 20 crianças por dia vítima de violência sexual nos hospitais do Brasil que integram o Sistema Único de Saúde (SUS). Um dos fatores contribuintes para dados alarmantes como esse, é a ausência dos pais na vida dos filhos. O distanciamento dos pais impede que seja identificado sinais que possam indicar algum tipo de abuso, tais como, mudança de humor, comportamento, entre outros. A criança e/ou adolescente por receio, falta de afinidade e até mesmo falta de confiança nos pais, acabam guardando para si todo a angústia e sofrimento físico e/ou psicológico causado pelo abuso.
       Outro fator que pode ser citado, são os meios de comunicações, em especial a internet. Os pedófilos a usam como peça fundamental para difundir a pornografia e seus interesses, tendo em vista, que seu público-alvo, os jovens e crianças estão cada vez mais presentes no mundo virtual.
      Em virtude dos argumento citados, conclui-se que medida são necessárias para aumentar o combate a pedofilia. O Conselho Tutelar em parceria com as escolas devem promover palestras periodicamente, acerca da importância da presença dos pais no cotidiano dos filhos e do uso consciente da internet por menores de idade. Faz-se necessário também, que o Estado crie um efetivo sistema de monitoramento para a internet, evitando assim a propagação de conteúdo pornográfico. Dessa forma, com o Estado e a sociedade agindo em conjunto, pode-se minimizar o número de casos de pedofilia que vem ocorrendo no Brasil.