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    O combate à pedofilia no Brasil tem melhorado gradativamente, à medida que o tema deixa de ser considerado um tabu e, passa a ser visto como realmente é; um problema de gravidade imediata. 
    Muitas famílias brasileiras passam e/ou conhecem alguém que vivenciou experiências de pedofilia entre os entes próximos. Essa situação, apesar de recorrente, ainda causa – e a tendência é de que continue causando – bastante revolta na população. O sentimento de inconformismo e repugnância que temos ao nos depararmos com esse tipo crime, é totalmente justificável, uma vez que, não é de hoje que as nossas crianças sofrem abusos e, consequentemente, perdem as características de serem simplesmente crianças; tendo seus sonhos, brincadeiras e inocências, substituídas pelo medo, pavor e, receio de serem elas mesmas.  
    A maneira mais eficaz para evitar e, por que não, "reagir" à pedofilia, é ensinando aos nossos filhos a importância do diálogo, do conhecimento a cerca do próprio corpo e, mostrando-lhes confiança, principalmente, para dizer não. Temos que ensiná-los que o abuso não é e, nunca foi normal. Que ser molestado não é natural, comum ou saudável. E, o quanto antes isso começar a ser feito, melhor. Pois, não há uma idade específica para começar a tratar de assuntos sexuais; há, sim, a seleção de abordagens a cada etapa de crescimento, desde a infância até a adolescência, mas, devemos procurar manter o assunto sempre bem esclarecido. Quanto mais consciência tivermos sobre o assunto, ou melhor, quanto mais domínio tivermos, mais chances teremos de evitar futuros prejuízos psicológicos e emocionais para a nossa juventude.