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    Assédio. Abuso. Pornografia. Esses são apenas alguns dos inúmeros tipos de violência sexual que existem. Atualmente, um dos maiores problemas é a pedofilia, que fazem crianças e adolescentes de vítimas, o qual consequentemente estimula mais revolta. Existem diversas discussões acerca desse assunto, porém muitas vezes é tratado de forma errônea e, normalmente, a maioria das ocorrências acontecem dentro de casa.
        Grande parte da população não sabe que pedofilia é um transtorno psicológico quando a pessoa possui atração sexual por indivíduos de até 14 anos. Essa enfermidade só é considerada um crime quando não é tratada e acaba por se exteriorizar. A terapia só acontecerá caso a pessoa queira sendo um grande problema, uma vez que dificulta o combate, pois muitos não reconhecem a doença e, por isso, acabam não aprendendo a controlá-la. 
        Além disso, de acordo com as pesquisas, a maior parte dos abusos sexuais com crianças acontecem dentro de casa ou o agressor é próximo da família. O grande obstáculo dessa questão é que na maioria das vezes os parentes não acreditam na vítima, por supostamente ser algo absurdo. Com isso, as crianças acabam por sofrer persistentes agressões em razão de não terem para quem pedir ajuda e pela vergonha de denunciar.
        Portanto, para que se suavize esse problema, seria pertinente que o Ministério da Saúde oferecesse um bom atendimento psicológico. Assim como em conjunto com ONGs, realizassem campanhas em incentivo a busca por tratamento, com o objetivo de diminuir o número de crimes. Paralelamente, as famílias devem dar mais atenção e tomar uma iniciativa para proteger as crianças e os adolescentes que denunciarem algum abuso.