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    Democracia  da violência
          É notório o fato de que violência sexual contra crianças e adolescentes, atinge toda uma democracia de uma sociedade civil organizada, seja classe pobre ou alta. dentro desse contexto, há dois fatores que devem ser levados em considerações: atos ser praticadas por pessoas intimas ou familiares além da falta de dialogo.
         É necessário ressaltar que á violência sexual contra menores de dezoito anos, cerca de 80% dos casos vem sendo praticado por próprio familiares, segundo o disque cem. Os atores por ser pessoas intimas das vítimas, e conhecer o dia a dia, passam por um grande tempo cometendo os abusos, através de ameaças ou cárcere  de privada. Como, por exemplo, a Austríaca Elisabeth  que passou 24 anos sendo abusada pelo o próprio pai e teve 7 filhos.
         O dialogo sobre relação sexual e pedofilia, é de extrema importância que parentes e educadores expliquem para crianças e adolescentes, de maneira cuidadosa e clara, para que eles possam relata para alguém de confiança ou um autoridade policial sobre os crimes presenciados. Muitas delas não saberem a quem procurar, nem oque está acontecendo, sabe-se que muitas das vítimas são reprimidas pelos abusadores a não acionar pessoas conhecidas, a ocorrência dos crimes, seja, acariciamento das parte intimas, gestos obscenos ou até mesmo imagens pornográficas. Muita das vezes acontece no caminho para escola, festas de familiares   ou até mesmo nas redes sociais vêm acontece as praticas de pedofilia.  
         É evidente que ainda há entraves nas leis brasileiras para garantir, punição e proteção em relação ao crime de pedofilia. O Governo Federal em consonância com o ECA devem cria uma política publica para identifica possíveis crimes, através de propagas, palestras em bairros, com instalações de bases fixas de unidades nas saúde para consultas com psicólogos. Além de proporcionar nos centros de ensinos dinâmicas em salas de aulas, para possíveis  identificação de abusos sexual no dia a dia.