O combate à pedofilia no Brasil

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    Covardia repugnante
    Com o aumento dos índices de pedofilia, tornou-se necessário intensificar o combate à essa perversidade. É fato que o medo da denúncia dificulta a identificação desse tipo de crime e, ainda, a crescente participação pueril nas redes sociais sem fiscalização dos pais torna as crianças ainda mais suscetíveis à pedofilia, um crime altamente covarde.
    Essa elevação de casos decorre do transtorno psicológico de vítimas desse delito, pois sentem medo e vergonha impedindo a incriminação do pedófilo. À vista disso, é notório a agressão física e as sequelas mentais deixadas à vítima com essa atrocidade. Inibindo-a de viver sem, muitas vezes, um acompanhamento psicológico. Comprova-se esse fato com o caso do garoto de 9 anos, do Rio de Janeiro, abusado pelo motorista do transporte escolar, e só conseguiu denunciar após tratamento no psicólogo, e também, o alto número de ligações anônimas.
    Além disso, o advento das redes sociais proporcionou aos pedófilos uma nova forma de induzir jovens, varias vezes se passando por outra pessoa e até marcando encontros sem que os pais descubram. Diante disso, alguns pais falham na supervisão aos sites frequentados e as conversas virtuais dos filhos e nem educam para esses perigos, deixando-os a mercê da pedofilia. Constata-se essa realidade na necessidade da implantação  de uma lei alterando o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevendo a infiltração policial na internet para investigar casos de abusos, devido ao crescente número de ocorrências nesse âmbito.
    Portanto, os crimes abusivos com jovens ultrapassaram o campo físico e se alastraram pelo virtual, tornando-se necessário que escolas, pais e a policia trabalhem juntos a fim de conscientizar crianças e adolescentes sobre a violência sexual e a indispensável denúncia caso haja algum agravante. Ademais, o Estado, na figura de poder executivo e judiciário para fiscalizar o cumprimento da lei de inserção policial na internet, e acelerar processos para a identificação policial de um possível crime, protegendo os jovens de exploração sexual e, assim, diminuindo o número de casos repugnantes de pedofilia.