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    Conversar sobre sexualidade com os filhos ao longo da história brasileira, resumiu-se em prevenir-se contra  "DSTs'' (doença sexualmente transmissíveis), ou evitar uma gravidez indesejada. Entretanto, informar como se prevenir diante de um possível abuso sexual não é tido como pauta nos diálogos entre as famílias contemporâneas, o que por sua vez colabora para o não combate a pedofilia infantil. Aproveitando-se deste cenários propricío os abusadores usam sua proximidade familiar e/ou a ameaça para consumar seu objetivo. 
             Segundo Thomas Hobes, o ser é dono do próprio corpo, porém na contemporaneidade as instituições familiares não ensinam seus filhos a compreender isto como verdade. Fato disto, são as inúmeras faltas de diálogos sobre como se proteger de abuso sexual, reconhece-lo em  atos realizados pelo pedófilo ou  acusar quando houver o abuso. A fragilidade neste pilar de sustentação colabora para outro problema, que é uma criança submissa diante do abusador, o que por sua vez auxilia para a ineficácia do combate da problemática. Por exemplo, uma criança tem suas vestimentas retiradas por um adulto e suas partes íntimas manuseadas por ele, caso o primeira não tenha ciências desta prática não encarará  aquilo como algo errado.   
                 Outrossim, é válido ressaltar quando o ato é realizado sobre perspectiva intimidatória, sendo este considerado o ponto fundamental de controle por parte do pedófilo. Muita das vezes o abusador utiliza suas palavras para reprimir a vítima, com vista a deixa-la inerte sem poder pedir ajuda. Estas ameaças são pautadas sobre aspectos psicológicos, como por exemplo, afirmar que irá matar alguém próximo da família ou mesmo a própria vítima. Em matéria reportada pelo jornal da record belém, uma família descobriu que sua filha era abusada por um amigo  próximo da família e que a continuabilidade era conseguida por meio de ameaça por parte do abusador, tornando-se assim, um dos fatores que propiciam a fragilidade do combate a pedofilia  infantil no Brasil.  
                   Portanto, fica visível os fatores que colaboram para a problemática, sendo ressaltadas por aspectos orintacionais e opressores.Dessa forma, é necessário que o ministério da educação juntamente com o conselho tutelar de cada região do país promovam palestras, em âmbito escolar, para pais e membros da comunidade em geral sobre a pedofilia infantil.Tendo como finalidade orientar os pais a conversar sobre a assunto com os filhos,para que em suas residências possam  ensinar os filhos a  reconhecer gestos característicos do abuso, como agir diante da situação, e o principal denunciar. somente assim, Thomas Hobes terá sua frase tida como verdadeira.