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    A criação do ECA (Estatuto da criança e do adolescente), no dia 13 de julho de 1990, foi uma das medidas adotadas para intensificação do combate a pedofilia no Brasil. Contudo, essa ação não foi suficiente para acabar com o problema. Sendo assim, a ineficácia deve-se a pouca contribuição não só das escolas mas também da mídia. 
      Em 70% dos casos de abuso, o crime foi cometido por um familiar do menor, com isso, o acompanhamento nas escolas e a educação sexual, é de suma importância. Mas nem sempre as crianças recebem a devida atenção, e essa agressão passa de forma despercebida o que agrava cada vez mais, não só problemas atuais mas também problemas futuros que vão interferir na formação social da pessoa.  
      A cada 100 casos de violência sexual 73 vítimas são meninas; como o ocorrido na cidade de Vitória, no dia 18 de maio de 1973, quando Araceli de 9 anos foi abusada e morta, ainda assim os agressores mantiveram-se impunes e infelizmente isto não é um caso isolado no país. Esse número é reflexo de uma sociedade machista na qual à mulher é vista como sexo frágil, e constatemente é comparada a troféus. Somado a isso, a coisificação da mulher por meios midiáticos, é algo normal, tornando-as um alvo muito mais frequente dos agressores. 
      A fim de que se reverta esse cenário problemático, portanto, seria pertinente a atuação do Ministério da Educação aliado a psicólogos nas escolas com intuito com intuito de promover a educação sexual, para que desta forma os alunos conheçam melhor o seu corpo e reconheçam casos de agressão para que possam auto ajudar-se. Além disso, o poder legislativo deve proibir o uso da imagem de mulheres nas mídias com intuito de promover uma marca e persuadir os consumidores a comprar determinado produto, não só isso mas também fazer com que os canais de televisão usem de sua popularidade para a divulgação de programas sociais contra à pedofilia.