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    Não vemos, mas sabemos que existe
     Casos de pedofilia no Brasil, são apresentados diariamente em diversas mídias com inúmeros acontecimentos assombrosos. Se tornou muito comum e algumas vezes é visto como tabu.
       Uma herança histórica que por muitas vezes machista o naturaliza, e com este fato faz disso inviável a comunicação, ocorre esta necessidade de campanhas mais efetivas apontando dizer não para "carinhos" forçados.
         Identificar mudanças comportamentais por meio de um diálogo com maior abertura, para a redução de tantos casos que são deixados no esquecimento e não chegam ao meio legal, que se faça valer a existência do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A falta desta comunicação aumenta a vulnerabilidade de vitimas que acreditam em uma culpa própria, sentimento no qual liga uma pressão psicológica.
      Empresas logísticas ativam uma campanha que transforma o caminhoneiro de agente da ação para um de proteção. Para que possa haver maior incentivo foram criados órgãos de auxílio, dentre eles a Rede Básica, Childhood Brasil e o disque 100. 
              Somando a todas essas medidas, colocar em mídias sociais, rádios, televisão, outdoors, a não naturalização da pedofilia associada ao disque 100, pode gerar uma notória redução em casos. Dando maior atividade com uma educação sexual em escolas para que haja o conhecimento do corpo e a necessidade de comunicação entre possíveis vitimas e um responsável.
          Portanto, o reconhecimento que existe e dizer todos os dias "Não é natural", a classe social não interfere em absolutamente em nada, relembrar a quebra de tabus e a comunicação pode sim ser a chave.