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    No nosso grande Brasil, temos muitos crimes de pedofilia acontecendo diariamente. Crianças de várias idades são abusadas sexualmente sem nem se darem conta desta violências e outras mais crescidas não tem mais força para pedir socorro.
            Encontrar estes agressores, apontá-los também é um problema. Muitos são conhecidos, amigos da família, pai, padastro e até entes femininos que abusam de crianças e adolescentes.  Quando não existe algo mais grave que modifique o comportamento da criança, ou agressões físicas ou psicológicas, os abusos acontecem por anos e muitas vezes com consentimentos de familiares que deveriam proteger.
               No Estado temos um telefone de denúncia, onde qualquer pessoa pode denunciar um caso suspeito para ser investigado. Temos lei  e que já enquadram estas pessoas de quatro a 10 anos de prisão. Porém, as nossas maiores denúncias acontecem nas grandes cidades como Rio e São Paulo, os mais populosos. E nos demais não acontecem ou acontecem menos?
    Temos as redes sociais, as quais as crianças e adolescentes estão cada vez mais inseridos neste mundo paralelo. Elas são alvos fáceis para os exploradores que brincam com suas curiosidades e descobertas do mundo para ganhar delas fotos de seus corpos e  usá-la  até para comércio.
            Com todos estes recursos (Lei e telefone de denúncia) não tem sido o suficiente para frear estes casos, muitos não são denunciados,e muitos abusos acontecem no interior do Brasil. Nas grandes cidades, temos os mensuradores de casos, os facilitadores de índices como hospitais, escolas, creches, mas é preciso acabar!    
    E preciso mais conscientização dos pais zelosos, educação social, conselho tutelar, polícia, assistência Social as família, todos muito atuantes, em cada canto do País, aconselhando e observando o comportamento delas nos mais variados ambientes somente para protegê-las e garantir seu futuros.