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    Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, todos os dias 20 crianças são vítimas de abuso sexual. Esse número, evidencia que o cenário brasileiro em relação ao combate à pedofilia, deve ser analisado e solucionado rapidamente, pois é crime, e causa diversos danos morais, psicológicos e físicos as vítimas desse. Portanto, cabe a diferentes esferas, contribuir de maneira a compreender e ajudar a mudar essa mazela social.
      A educação sexual nas escolas brasileiras, é vista por muitos indivíduos como inadequada a idade dos discentes. Entretanto, essa é útil para que cada criança ou adolescente entenda seu corpo e compreenda o que significa um ato, se esse ultrapassa a classificação de respeito e normalidade. Pois, a maioria dos casos de pedofilia no país, ocorre sem que haja o conhecimento da vítima, em relação aos seus direitos, e assim, opta pelo pacto do silêncio. 
    Aliado a essa, a inexistência de diálogo pelos responsáveis desses , menores e/ou a falta da observação em relação as mudanças de comportamento dos jovens, contribui para a permanência desse crime. Ademais, a cultura do silêncio advindo de uma sociedade arcaica, deixa esses cidadãos a mercê da sociedade, e a ausência de denúncias, é um agravador desse cenário. Assim, o agressor se torna impune de seus atos, continua a cometê-los, e as vítimas desenvolvem danos psicológicos graves, por exemplo, a depressão, o sociopatismo e/ou a síndrome do pânico, prejudica-se então, a infância delas.
    É necessário, portanto, que o governo disponibilize cartilhas de conscientização sobre o abuso sexual, com a divulgação do disque denúncia 100, para que todos, e principalmente, as vítimas, saibam que não estão sozinhas. Além disso, as escolas devem tornar primordial as aulas de educação sexual para que jovens tenham acesso à informação e possam dialogar com os educadores.Por fim, a ONG deve disponibilizar acompanhamento psicológicos para as vítimas e familiares, no intuito de reverter os danos causados pela pedofilia.