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    Define-se como pedofilia o desejo sexual por crianças, normalmente que ainda não atingiram a puberdade ou no início da mesma. Encorajados por um desejo psicótico os pedófilos em sua maioria, homens, procuram satisfazer seus preceitos sexuais praticando abuso sexual com inocentes. Tais atos são perpetuados de diversas formas, seja na prática do abuso forçado (estupro), seja por caricias no corpo dos menores. Depreende-se, a partir disso, que o estado de direito segundo Hobbes, ponha um limite a esse crime libidinoso, dando visibilidade e medidas para a sua resolução.
          Nessa perspectiva, a pedofilia no Brasil é algo que persiste. Apesar dos avanços de inteligência policial do país para o combate aos pedófilos, os números registrados de abuso são assustadores, a ineficácia da lei corrobora a quantidade de atendimentos feitos pelo SUS, as crianças vítimas de abuso sexual, são 20 casos por dia, de acordo com o Ministério da Saúde. Ademais, outro aspecto que impede a ação do executivo para diminuir a incidência de casos é o desconhecimento e ao mesmo tempo, sobre uma perspectiva capitalista, os pais acabam por não terem presença na vida dos filhos, dessa forma facilitando o abuso a criança que muitas vezes se nega a dizer por medo do opressor. 
          Não há como negar que, no âmbito familiar, escolar e na igreja também ocorre casos bárbaros de pedofilia, geralmente perpetuados por tios, padrastos, padres e professores que tiram proveito do parentesco e afeto que possuem com a criança e utilizam deles para abusa-las sexualmente, levando dessa forma, a criança ter transtornos psicológicos e medo para vida toda. Além disso, aspecto que facilitou a ação dos pedófilos foi o avanço da tecnologia, visto que, a internet se tornou o melhor meio de aliciamento, divulgação e propagação desse ato.
      Sendo assim, é indispensável a adoção de medidas capazes de assegurar a proteção a nossas crianças. Posto isso, cabe ao Ministério da Educação e Saúde buscar formas de abordar esse tema, por meio de políticas de educação sexual nas escolas, para que de tal modo a criança tenha conhecimento do seu corpo e pôr limites ao perceber o abuso. É necessário que o governo destine verbas para a criação de novos sindicatos de assistência social e que haja visitas cotidianas nas residências do país pelo assistente social, procurando observar os menores. Somado isso, é necessário que as leis sejam ampliadas e deveras mais rígidas, assim o poder executivo fazer o seu papel e conter gradativamente a problemática. E por fim, é crucial que os pais fiquem atentos na mudança de comportamento dos filhos, visto que, isso pode denunciar que o menor pode estar sendo vítima de pedófilos.