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    Na Idade Média, mulheres e crianças eram tratadas como mercadorias sexuais que pertenciam a um proprietário particular. No Brasil, o avanço do abuso sexual em crianças e adolescentes e a propagação da pornografia, nos vínculos de comunicação, dificultam o trabalho das autoridades no combate à pedofilia.
         Não obstante, a falta do dialógo aberto em relação a classe juvenil sobre a sexualidade e a violação de seu corpo proporcionam os altos indices de assédio sexual. Devido ausência da atuação correta ao abuso e, principalmente, da propagação de fotos e videos desses atos causando as vitimas o constrangimento que atua, principalmente, na saúde mental e nas relações interpessoas tanto na escola como em casa. Com esses pontos apresentados após o abuso, crianças de diversas idades são subjulgadas como "pressas" acessíveis para persistencia do abuso sexual.
         Sob essa conjectura a obra de Machado de Assis, Igreja do Diabo, disserta acerca do ser humano sempre querer aquilo que não pode ter, apresentando o começo de um problema interior. Com isso, o rompimento de uma realidade inocênte para o conhecimento importuno de uma prática exercida apenas com maturidade e consentimento dos ambos atuantes, causa a criança e adolescente o lesionamento de sua purberdade e seu isolamento perante a sociedade vivida.
            Covém, portanto, que medidas devem ser tomadas para a realização desse impasse. Cabe ao Governo disponibilizar cartilhas e propagandas que ensine a população brasileira sobre como agir com crianças que sofreram abuso. Além disso, cabe ao Ministério da Educação promover conferências  nas escolas com o objetivo de sensibilizar os estudantes a respeito do assunto. Cabe, também ao Poder Legislatico a constituição de leis mais severas sobre a pornografia infantil, inferindo, principalmente, nos sites que divulgam e o ratreamento de pessoas que utiliza-os. Dessa forma, impede a interligação de  passado ruim relacionar-se com avanço da globalização.