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    Cerca de 50 ocorrências de violências sexual contra crianças são denunciadas por dia no Brasil. Crianças menores de 12 anos de idade são abusadas ou exploradas sexualmente por pessoas próximas, perdendo sua infância para a violência sexual.
        Lamentavelmente o Brasil ocupa o 4° lugar no ranking de países com maior número de casamentos infantis no mundo. Meninas de 15 anos se casam com homens de 40, muitas vezes forçadas, para garantir a segurança financeira da familia. Algumas dessas meninas casadas precocemente, morrem ao terem a relação sexual com o marido ou não suportam o parto.
          As mídias sociais, que deveriam agir ainda mais para a conscientização do combate a pedofilia, no entanto, muitas vezes acabam também sexualizando o corpo infantil e romantizando o relacionamento de menores de idades com adultos. Propagando assim o abuso sexual de menores, como fazem os filmes pornográficos, que usam o termo ''novinha'' para chamar atenção de espectadores ou até filmes em que parentes se relacionam sexualmente com crianças e jovens da familia. Em maio de 2017 a policia federal deflagrou a operação cabrebra contra a pornografia infantil, onde cumprem 93 mandatos de busca e apreensão de conteúdo sexual infantil.
           A população, principalmente pais e responsaveis por menores, deveriam buscar mais atuação do governo e dos orgãos governamentais, exigindo mais campanhas, fiscalização e mais assistência social pelo combate a pedofilia e abuso sexual infantil. E logicamente, o papel da familia é fundamental para verificar mudanças no comportamento da criança, fiscalizar e garantir que essa criança tem total segurança para conversar e relatar possiveis violências ou abusos. Trazendo e assegurando a proteção do menor.