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    Pior pesadelo
          Em meados do século XX, o escritor Stefan Zweig mudou-se da Áustria para o Brasil, devido à perseguição nazista na Europa. Bem recebido e comovido com o potencial da nova casa, escreveu um livro cujo o nome é até hoje reiterado: “Brasil, país do futuro”. Entretanto, quando percebemos uma deficiência na luta contra a pedofilia no país, percebe-se que a profecia não saiu do papel. 
        A princípio, é de fácil percepção que essa circunstância deve-se a questões de transtornos da preferência sexual. Isso se deve ao fato de que, aparentam ser pessoas comuns, com quais podemos conviver socialmente sem notar nada de anormal nas atitudes, em geral têm atividades sexuais com adultos e agem de forma carismática para conquistar crianças. 
         Outrossim, vale ressaltar que essa situação é corroborada por fatores socioculturais. Bom exemplo disso, é o termo “cultura do estupro” foi dado por mulheres feministas americanas na década de 70, é utilizado para descrever que a violência sexual, principalmente, contra mulheres é normalizada na cultura popular e na mídia. 
       Torna-se evidente, portanto, que os caminhos para a luta contra a pedofilia no Brasil apresentam obstáculos que necessitam ser revertidos. Logo, é necessário que haja uma maior punição, e que o governo investigue casos de impunidade. Ademais, as instituições de ensino, podem ajudar, conversando abertamente sobre o assunto com crianças, só assim para esses menores conseguirem denunciar. Além disso, os indivíduos devem veicular conteúdo sobre nas mídias sócias capazes de mobilizar e causar revolta em mais pessoas. Com essas medidas, decerto, nós conseguiremos acabar com o pesadelo de muitas crianças e a profecia de Zwieg torne-se realidade no presente.