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    “[...] Uma preferência sexual por crianças, usualmente de idade pré-puberal ou no início da puberdade.’’ O excerto segundo o Código Internacional de Doenças exibe a definição de um distúrbio perigoso: a pedofilia. No Brasil, devido os índices preocupantes existem avanços nas operações da Polícia Federal, aprimoramento e criação de “softwares” a fim de detectar qualquer situação de abuso e exploração infantil, apesar disso ainda não foi erradicado esse problema social. Tornando imprescindível a informação sobre o assunto alcançar os jovens. 
       Em virtude de maior obtenção ao acesso à internet, os pedófilos podem interagir com mais facilidade com o público infantojuvenil, principalmente, ter contato com material de pornografia envolvendo esse. Consequentemente, os órgãos responsáveis passaram a ser mais precavidos, como a empresa “Google” que implantou ferramentas que filtram conteúdos sexuais com a participação de menores de idade.Outra seria, as novas tecnologias de rastreamento utilizadas pela Polícia Federal e a sua infiltração em bate-papos para poder alertar usuários , e até armar emboscadas para descobrir perfis desses criminosos. A obra cinematográfica ‘’Confiar” relata alguns avanços tecnológicos e expõe como a garota de 14 anos, Annie, foi enganada por um homem que ela se relacionava por meio de redes sociais.
     Nesse sentindo, a comunicação familiar é indispensável. Especialista apontam que é de grande importância conversar com as crianças e adolescentes sobre sexo, essencialmente, sobre conhecer seu próprio corpo e os cuidados com toques indevidos de adultos. Existem inúmeras fontes de pesquisa nas quais pode-se encontrar materiais de autoajuda tanto para os pais, educadores e jovens, como os livros: “Como sobreviver sendo Menina” e “Como sobreviver sendo Menino”, em que são destinados capítulos para auxiliar os leitores de forma simples. É de suma necessidade verificar as mudanças de comportamento do indivíduo a fim de buscar possíveis problemas em casa quanto nos demais locais que a criança frequenta, pois, índices apresentados pela 4ª Delegacia de Repressão a pedofilia mostram que cerca de 60% dos criminosos não têm parentesco coma vitima.
        Definitivamente, torna-se necessário que instituições pedagógicas anexem aulas de educação sexual em sua grade curricular, com o intuito de avisar os alunos sobre sua anatomia e o porquê de adultos não poderem tocá-los intimamente, assim visando informar sobre a importância da denúncia e oferecer suporte para possíveis ocorridos. Outrossim, O Conselho Tutelar e a Secretária de Educação terá o papel de fazer campanhas periódicas em escolas, empresas privadas, divulgando programas como ''Na mão certa'' e implementando novos projetos com o objetivo de diminuir casos de pedofilia.