O combate à pedofilia no Brasil

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    Desde a Revolução Industrial e a consolidação do modelo econômico capitalista no país, o uso tecnológico pelas famílias vêm crescendo. O uso corriqueiro de redes sociais e bate-papos "online" vêm aumentando os casos de pedofilia no Brasil devido a utilização constante por quase toda população. Nesse sentido, convém analisarmos as principais causas que geram esse abuso oriundos do acesso virtual, mas também salientar os constantes casos inter-familiares e com pessoas próximas.
      Segundo o filósofo Rousseau, o homem nasce bom e a sociedade que o corrompe. Isso nos leva a refletir sobre como o tecido social vem lidando com o péssimo ato de certas pessoas se submeterem à pedofilia. A internet imposta de maneira facilitada para a população, favoreceu para que os casos de abuso progredissem com mais facilidade. A rotina diária agitada dos pais, atualmente, faz com que as crianças fiquem a maior parte do tempo nas redes sociais e bate-papos sem a vigilância de seus responsáveis. Com isso, o pedófilo com várias maneiras  de abordar o indivíduo, aproveita de sua inocência e pratica o abuso.
      Além disso, é notório que a petulância dessas pessoas podem estar dentro da própria casa ou entre pessoas próximas. Segundo a OMS, 30% dos casos são de vítimas que mantêm contato frequente com o insolente. Entretanto, vale ressaltar que para que haja um monitoramento e combate contra esses humanos, os casos precisam ser registrados nas agências, visto que o medo não pode ser maior que sua felicidade e liberdade.
      Fica claro, portanto, que medidas são necessárias para resolver o impasse. Cabe ao governo ampliar as agências de denúncia e aumentar a segurança pública, pois muitos abusos ocorrem devido a falta de defesa. Já os pais e as escolas devem estar sempre atentos  aos comportamentos das crianças. Devem debaterem e educarem quanto aos riscos diários e para que tornem-se pessoas respeitosas, visto que segundo Pitágoras, devemos educar as crianças para que não seja necessário castigar os homens.