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    Em uma primeira perspectiva, o Ministério da Saúde admite substantificação de que todos os dias, 20 crianças de até 9 anos são vitimas de abuso sexual, dados alarmantes que chamam atenção ao combate urgente á pedofilia no Brasil, que é motivo de grande repúdio na sociedade. 
         Torna-se evidente a necessidade de debater sobre o assunto mais abertamente, tanto nas escolas, quanto em casa, uma vez que, uma das formas de proteger os jovens é conversando com eles sobre o assunto, só assim eles vão aprender a cuidar e a respeitar o próprio corpo, identificar a violência e o abuso. É importante ressaltar que trabalhar educação sexual com os jovens não é estimulá-los a fazer sexo, e sim alertá-los sobre os riscos que também são causados.  
        É inegável que a escola, espaço de convívio social totalmente voltado para a educação, é o melhor lugar para ser conversar sobre  a pedofilia e as formas de combate, sendo que a escola está aberta para os alunos e também para os pais. A população é firmemente alertada sobre o alto índice de pedofilia que acontece em ambientes diversos que vão desde o ambiente virtual das páginas da Web, passando pelas instituições e arrombando a porta de lares, sendo que maior parte dos abusos são por parte dos familiares. 
          Portando, a necessidade é urgente de combate á pedofilia no Brasil. O Estatuto da criança e do adolescente deve pensar na criação efetiva de um sistema de monitoramento —legal— para a internet. Além disso, punições rigorosas precisam ser estabelecidas com a intenção de deixar claro à sociedade que o País está preocupado e que os criminosos não ficarão impunes. O Ministério da Saúde juntamente com as escolas, devem realizar palestras educativas com a família, falando sobre a importância de se falar abertamente do assunto em casa. Os pais precisam estar mais atentos e próximos de seus filhos e devem conversar, saber identificar comportamentos que possam ser característicos de estado de abuso.