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    Desde o período antigo na Grécia o uso de menores para a satisfação sexual de adultos foi um costume tolerado e até prezado, é possível afirmar que no Brasil casos relacionados ao abuso infantil ainda são de difícil combate. Isso se evidencia não apenas pelo fato da maioria dos casos serem tratados apenas com o simples encarceramento, mas também pela falta de supervisão dos pais em relação às atividades realizadas pelos filhos na internet.
       O simples isolamento pode estar longe de ser uma solução para o combate da pedofilia. O condenado necessita de um auxílio psiquiátrico especializado, e se necessário um controle mais intenso o paciente além de ser internado em um hospital psiquiátrico deve associar o uso de medicamentos ao tratamento. Assim o detento pode ter a oportunidade de tentar driblar os seus pensamentos e fantasias sexuais com crianças.
       A falta de fiscalização a respeito do que os filhos fazem na rede agrava ainda mais o problema. A internet é um dos principais meios de comunicação onde crianças e adolescentes possuem de modo geral intimidade com seu funcionamento, o que pode acabar tornando-as vulneráveis ao ataque sexual. Para amenizar o problema é necessário uma constante fiscalização por parte dos pais.
        Portanto, é imprescindível a tomada de medidas para diminuir o número de casos de abuso infantil. O Ministério da Educação deve realizar projetos com os pais dos alunos, expondo em feiras e palestras os perigos e a importância do acompanhamento no uso da rede. O Governo Federal deve fazer parcerias com a iniciativa privada visando a internação dos detentos, além disso, deve fornecer medicamentos para diminuir a libido do internado. Assim o fim da pedofilia deixará de ser uma utopia no Brasil.