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    Negar para não violar
          A pedofilia, perversão que leva um adulto a sentir desejo sexual por um menor, tem crescido no Brasil. A cada dia pelo menos 20 crianças na faixa de 0 a 9 anos são atendidas nos hospitais do SUS, após terem sido vitimas de violência sexual, segundo o Ministério da Saúde. 
         De acordo com o Sistema de Agravos de Notificação (SINAN), a maioria dos casos de pedofilia acontecem dentro de casa, o que seria proteção acaba se tornando atração sexual. Essa mudança de sentimentos ocorre devido a substância branca do cérebro, responsável pelo isolamento elétrico e conexão entre as várias partes do órgão, problemas de conexão explicam as distorções comportamentais, isto é, o pedófilo possui problemas psíquicos e necessita de medicação. A internet, grande propulsora da pornografia infantil, é de importante relevância para casos de pedofilia, já que a maioria das crianças têm acesso às redes e por estas sofrem assédios.
         Por temerem o agressor, as vítimas se retraem e não contam que foram abusadas, originando traumas irreversíveis. Na Idade Média houve um intenso combate à sodomia, que entre suas variações incluía a prática sexual com crianças. Com a finalidade de difundir canais de denúncia, a exemplo do disque 100, é de suma importância campanhas informativas tanto no meio da mídia quanto nas escolas, para que todos tenham conhecimento do crime e como combatê-lo.
           É na escola que a criança passa a maior parte da sua vida, ensinar os alunos sobre sua constituição física ajuda-os a se conhecerem e a entenderem que eles são donos do próprio corpo, podendo assim negar ou aceitar quando for do seu desejo, e que se este for violado eles devem buscar ajuda. As vítimas necessitam de apoio e acompanhamento,o qual pode ser feito na escola com profissionais da área, os pais também devem manter um dialogo com seu filho, para que este sinta-se seguro e desabafe sobre o crime que sofreu.