O combate à pedofilia no Brasil

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    Debater e combater - A criança não é brinquedo.
        
       A violência sexual, tem sido alvo constante de debate, pois tornou-se uma problemática aguda na sociedade. Doravante a esta circunstância, o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes configura-se crime ainda mais inaceitável, pois rompe com o respeito ao desenvolvimento destes que encontram-se vulneráveis. 
       A OMS define que, criança é todo indivíduo que permeia idade de aproximadamente 12 anos, baseando-se na maturação do sistema reprodutivo do sujeito. Porém a psicologia, relativa ao seu campo de estudo, define que a maturação sexual depende muito mais do que meramente o início da ovulação (menarca), ou produção de esperma (semenarca). Há de se convir que, a criança ou adolescente não apresenta ainda, por sua concepção de mundo, discernimento sobre prazeres sexuais, ficando em sua vida, profundas marcas de abuso e violência. 
       Na década de 70, em Vitória - ES, um caso ganhou repercussão nacional, cujo requinte de crueldade para com a menor Araceli, bem como pelo perfil de seus agressores, jovens de classe média alta, trouxe à tona a necessidade de uma intervenção imediata. O dia 18 de maio, marcado por este episódio lamentável, é tido até hoje como um marco no combate à esta problemática. 
       Freud, através da teoria do Complexo de Édipo, atenta para a importância do respeito à maturidade da criança. Situações frustrantes traumatizam e imprimem nestes, marcas que interrompem e ceifam ciclos indispensáveis ao seu desenvolvimento. 
        A pedofilia é tão real quanto a drogadição e deve ser debatida e combatida com veemência. Família, escola e sociedade, devem ser agentes fiscalizadores e promotores do bem estar infantil. A sociedade deve obedecer a lógica de que as crianças são a solução para um futuro melhor, e estimuladas como um importante alicerce.