O combate à pedofilia no Brasil

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    Desde os processos denominados “revoluções industriais” e a ascensão do capitalismo, o mundo vem demasiadamente priorizando produtos e mercado em detrimento de valores humanos essenciais. Nesse sentido, percebemos que a violência contra a criança tem aumentado recentemente, sendo a mais preocupante, a pedofilia. No Brasil, a pedofilia é um problema e necessita da atuação de mais áreas para ser combatida.      Em primeira instância, a violência contra uma criança acarreta consequências nocivas a sua vida adulta. Segundo Émile Durkheim, é na infância o momento em que os indivíduos passam pelo processo de socialização, ou seja, adquirem os valores morais e éticos da sociedade em que se encontram. Dessa forma, ao passar por essa fase com traumas e transtornos, crianças se tornarão adultos com vários distúrbios. 
        Outras áreas da sociedade podem e devem estar mais presentes no combate à pedofilia. Para exemplificar, uma pesquisa recente da Universidade de Toronto, relatou que pedófilos possuem menos substância branca no cérebro, gerando problemas de conexão neural que podem ajudar a explicar as distorções comportamentais destes indivíduos. Dessa forma, medicamentos elaborados pela área da saúde, futuramente, poderão contribuir no combate à pedofilia. 
         Em síntese, a pedofilia é extremamente nociva às pessoas e sociedade, devendo, portanto, haver mobilização de todas as áreas sociais para que seu combate seja eficaz. De acordo com o pensador Epíteto, só a educação liberta. Assim, o Ministério da Educação deverá incluir aulas obrigatórias de educação sexual nos currículos escolares, devendo ocorrer ao menos uma vez no mês, ministradas por psicólogas que orientem as crianças na prevenção de ações de pedófilos. Por fim, o Ministério da Ciência e Tecnologia deve incentivar mais pesquisas científicas (através de mais recursos financeiros advindos do Pré-sal) nas instituições de ensino acerca do funcionamento neurológico dos pedófilos, para que, futuramente, possa haver fácil identificação e tratamento destas pessoas.