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    Os casos em que crianças e adolescentes tornam-se vítimas de pedófilos, esses que às abusam e denigrem, são, na maioria das vezes "postos para debaixo do carpete". Fazendo assim, com que o crime não seja devidamente combatido, e a pessoa passe a sofrer, tanto fisicamente como também psicologicamente. 
        Por conseguinte, vem a tona diversos comportamentos estranhos daquele que é abusado, sendo percebido pela família somente depois de muitos abusos. Nessa fase, a pessoa encontra-se com seu psicológico bastante afetado, e quanto mais tempo dura sem que ninguém perceba e tome alguma atitude, mais também a situação piora. Infelizmente, aquele que sofre com esse crime, diversas vezes não possui a devida consciência do que está acontecendo, pelo fato de, na maioria dos casos, ser uma criança inocente.
         Na sociedade civil, a pedofilia não é tratada como deveria ser, faltando dar maior ênfase ao problema que cresce constantemente às "escondidas". O Conselho Tutelar não possui o apoio necessário da população, e, até mesmo os indivíduos em si, não então perfeitamente a par da problemática, dificultando ainda mais o processo de solução. Felizmente há um considerável número de denúncias anuais ao Disque Cem, entretanto, essas são feitas apenas por aqueles que passaram por a situação ou testemunham alguém. Com isso, apesar do grande número ligações ao serviço, boa parte da população que não vivenciou ou conhece alguém que foi submetido ainda não engajou-se na resolução do problema. 
         Portanto, medidas são necessárias para resolver este impasse, a partir não só de uma mera mobilização superficial da população em geral, mas, também, de atitudes concretas. Partindo primeiramente de órgãos como o MEC, buscando a participação dos próprias crianças e adolescentes, também ONGs, que têm  influência em determinadas parcelas populacionais, a própria polícia, buscando assim a segurança e o combate ao crime da pedofilia. O uso de "hashtags", através dos meios de comunicação, abrangendo assim, qualquer limite que alguém possa ter em aderir ao movimento, paródias as quais fiquem gravadas na mente da população. Palestras nas escolas, como meio de educar as crianças e adolescentes desde sempre, assim também como o uso de "banners" nas ruas das cidades, principalmente das grandes metrópoles, manifestações, comerciais de televisão, visando assim, que a ideia percorra o maior número de pessoas. Com tais atitudes atingi-se não só uma conscientização passageira, mas também através desse grande movimento no qual todos se envolveriam, perceberíamos a grande importância que tem o combate à pedofilia no Brasil.