O combate à pedofilia no Brasil

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    De acordo com o estatuto da criança e do adolescente, é dever da família e da sociedade em geral assegurar a efetivação dos direitos referentes à vida, à dignidade, ao respeito, à liberdade, à convivência familiar e comunitária. Porém, esses direitos não são respeitados por alguns indivíduos da sociedade, uma vez que abusam de crianças e adolescentes. Além disso, os avanços tecnológicos possibilitaram aos aliciadores de menores a atuarem virtualmente que somado à falta de conhecimento dos jovens faz com que eles sejam vítimas.
       O governo federal recebeu, por meio do disque 100, mais de 180 mil denúncias de violência contra crianças e adolescentes, no ano de 2014. Desse modo, pode-se observar que as práticas de pedofilia são comuns e necessita de uma atenção maior das autoridades, visto que esses abusos prejudicam a vida dos jovens e podem causar graves traumas na vida deles. Dessa forma, problemas surgem a curto e a longo prazo nas vítimas como: pesadelos e problemas com o sono, medo generalizado, rejeição ao próprio corpo, dores gerais, isolamento e ansiedade. Logo, a sociedade não deve permitir que o abuso infantil continue, pois as crianças e adolescentes de hoje são o futuro do país e devem ter educação, saúde e proteção.
        Ademais, com os avanços no campo tecnológico, iniciado na metade do século XX, resultado da terceira Revolução Industrial, possibilitou ao pedófilos ter contato com vários jovens. Dessa maneira, esses criminosos criam perfis falsos nas redes sociais, utilizam-se de linguagem de fácil entendimento para conseguirem a confiança das crianças e adolescentes. Assim, esses criminosos conseguem fotos pornográficas infantis e marcam encontros pela internet com as vítimas. Além disso, a internet proporcionou o acesso de crianças e jovens a informações referentes à sexualidade, assim, os país devem ficar atentos aos conteúdos acessados pelos filhos devido aos altos índices de pedofilia.
       É imprescindível, portanto, uma resolução para o fim dessas práticas terríveis. Sendo assim, a escola, como uma instituição educativa, deve promover palestras para os país e filhos com o objetivo de informar e ensinar a prevenir essas práticas. Além disso, os professores devem levar o assunto à sala de aula e falar os gêneros e, assim, fazer com que os jovens conheçam o seu próprio corpo. Ademais, o governo deve criar uma polícia exclusiva para esses tipos de crimes e, dessa forma, melhorar a investigação e punição dessas práticas. Outrossim, a mídia deve informar sobre as consequências dos avanços tecnológicos e mostrar os perigos que as crianças e jovens estão expostos.