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    A partir dos anos 80, houve as primeiras denúncias dos casos de pedofilia. Indo de encontro a essa visão, a sociedade contemporânea, tem a necessidade de debater à violação de crianças e jovens no Brasil e não naturalizar a situação. Nesse sentido, assuntos como a coação do pedófilo contra a vítima e a falta de denúncia por parte das vítimas ou da família devem ser aprofundados.
         É necessário pontuar, de início, que a coação das vítimas pode levar ao aumento dos casos de pedofilia. Tal situação ocorre no país pois, como a maioria dos casos ocorre com crianças entre os zero e nove anos de idade facilita para o agressor coagir a vítima, com frases como, "se contar eu vou matar a sua família" e outras. Prova disso, são os números de casos, que mostram que entre os casos ocorridos ao dia, vinte deles são com crianças de zero a nove anos.
         Outrossim, a falta de denúncias por parte das famílias que passam por isso também ajuda a aumentar os casos de pedofilia. Tal fato ocorre na nação pois, como os agressores sabem que podem sair impunes desse crime não possuem medo ao comete-lo. Prova disso, é a queda das denúncias, de 2012 para 2013, que relatam esse crime.
         Além disso, é importante lembrar que os casos de pedofilia ocorrem em qualquer classe social e o agressor, em muitos casos, é um conhecido da família.
         Torna-se evidente, portanto, que o combate à pedofilia no Brasil merece medidas concretas. É importante, nesse sentido, uma postura ativa da escola, que em conjunto com a família, a alertar as crianças e adolescentes sobre os sinais de abuso sexual e que não se intimidem a contar caso estejam passando por isso. Além disso, é preciso que ONG's, em parceria com o Governo, promovam palestras para ensinar a sociedade à acolher as vítimas de abuso sexual infantil, a fim de que essas vítimas não tenham medo de contar sobre o caso por medo de como serão vistas pela sociedade.