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    Segundo Albert Schweitzer, "a tragédia não é quando um homem morre, a tragédia é aquilo que morre dentro de um homem, enquanto está vivo". Nessa perspectiva, é imprescindível apontar a tamanha perversidade e falta de moral de pessoas mal intencionadas perante a vulnerabilidade de uma criança. Tais atos antissociais não só, retiram o estado de paz de uma família, como também traumatiza a inocência da própria vítima, futuramente, de se socializar.
      Mundialmente, a exploração infantil, o abuso sexual para com vulneráveis, dentre outros delitos que envolvem indivíduos infanto-juvenis persistem em desafiar os direitos humanos, cuja obrigação é garantir a integridade física e moral da sociedade. Em razão das baixas denúncias omitidas, sobretudo nas relações intra-familiar, filhos e filhas tornam-se subservientes à autoridade imposta por alguns dos parentes, os quais em vez de protegê-las, escancaram a porta para pedofilia.
      É indispensável considerar, os diversos problemas de socialização das vítimas ao serem acometidas por essa brutalidade. Tais injustiças, além de roubar a mente sã de uma criança, destrói a sua capacidade de recomeçar uma infância distante das memórias e traumas sofridas anteriormente. Embora, mudanças no Estatuto da Criança proporcionaram efetivas reduções nas taxas de pedofilia, há muito do que ser discutido e planejado para coibir, completamente, a ação criminosa escondida no espaço intra-familiar.
      Mediante a essa desconfortável situação que comove a sociedade brasileira, medidas são necessárias para solucionar o impasse. Sendo assim, é um papel fundamental da Esfera Nacional aliado ao Ministério da Educação promover campanhas escolares, com o intuito de incentivar crianças a não omitirem crimes que devem ser delatados. Portanto, com o trabalho intensivo dos sistemas de monitoramento, o amparo de conselhos tutelares e punições condizentes à dimensão do crime, a justiça será praticada de maneira correta.