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    Nos dias atuais ainda perdura um problema de saúde pública, como a pedofilia. O advento tecnológico permitiu que os praticadores deste ato, tivessem em suas mãos uma nova ferramenta, conhecida como "chat", os usuários entram e se reportam de forma dócil e amigável aos usuários destes sites, o objetivo é simples, encontrar vítimas fáceis para realizar seus caprichos. Quando não ocorre dessa forma, a prática ocorre onde menos se espera, no próprio lar da criança ou adolescente. Até quando a sociedade ficará omissa e manterá isto em segredo?
     Por desconhecer o que ocorre, crianças no mundo todo estão se submetendo a práticas sexuais, sem ao menos ter consciência de que esta sendo vítima, quando o tem, ela se recua, torna-se introspectiva, quando deverás não torna-se depressiva. O medo imobiliza as ações cabíveis que deveriam ser tomadas de imediato e a falta de diálogo entre família e criança, não ocorre de forma efetiva.
    Em muitos casos, a criança que se vê nessa situação não sabe como sair, uma vez que, ela não escuta ninguém falar a respeito e não entende seus direitos legais. A falta de comunicação é a "erva daninha", que cresce e se multiplica até mesmo dentro da casa destas famílias, sendo que até mesmo fora, nas escolas o tema não é abordado. A falta de informação sempre acarreta em abuso, reprimir alguém que já se encontra em estado de fragilização, nunca será o melhor caminho. Quando se trata de abuso sexual, o problema vai além do campo biológico, se estende até o psíquico, já que o indivíduo menor de idade está em formação e tudo que ele vivencia em sua formação psicossocial, será fator crucial para designar seus caminhos, escolhas a serem tomadas que muitas vezes serão guiadas pela insegurança.
     É necessário a criação de Leis e projetos que visem proteger a criança e o adolescente. O acompanhamento psicológico deve ser feito de imediato nestes casos, o governo precisa implementar estratagemas que façam com que haja o empoderamento destas vítimas de abuso sexual. Não obstante, a família deve conversar com seus filhos, explicar os processos naturais da vida, explanar a respeito do corpo e o que deve ou não vestir. Dizer não, leva a desinformação e insegurança, o melhor caminho é informar e educar para que minimize os riscos, é necessário fazer as crianças entenderem que elas tem riscos, mas que estes riscos podem não se tornar realidade. A criação de propagandas que tencionem o combate ao abuso infantil, faz com que a sociedade entenda seu papel na defesa do menor. Os meios de comunicação televisivos, radiofônicos e a internet, devem utilizar-se de meios de combate a esta prática que deve ser repudiada, pois não há benefícios oriundos deste crime. O estatuto da criança e do adolescente, precisa de empoderamento, para que munidos de autoridade exerçam de forma direta e implacáveis medidas que possibilitem a proteção integral do público supracitado.